E com vocês: Mariana C.!

Começando com exclamação do jeitinho que tudo que tudo deve ser começado nessa vida!

Admitindo que em 70% das vezes que começo algo com uma exclamação abandono a exclamação no meio do caminho e até esqueço do objeto direto do tal dito.

Seguindo em frente em busca de mudanças de atitude que planifiquem um pouco a montanha russa que minha vida tem sido nos últimos 2 anos.

Simbora?

É, moçadinha, parar e pensar em emagrecer faz a gente pensar em um monte de outros projetos inacabados, em um monte de projetos iniciados e, felizmente, em um monte de projetos consolidados.

Afinal de contas todo gordinho que se preze já começou 257 dietas e, pouco a pouco, as abandonou no meio do caminho, né mesmo?

Sou dessas. Daquelas que é tão cara de pau, mas tão cara de pau que quando tá de dieta praticamente se sente o oráculo da dieta e acredita tanto nisso que passa a ser inspiração pros outros e quando menos percebe, esquece da calça apertada que serviu, esquece dos discípulos que ganhou e corre logo pra tábua de picanha e pra cervejinha.

Pois é, se vocês bem se lembram, a Mari R., que hoje serve de modelo pra mim e pra um monte de gente (25 KILOS, MINHA GENTE!), começou a dieta inspirada no blog que eu tinha. Um blog que durou pouco tempo, pouco mais de 2 meses intensos e alguns posts pingadinhos na tentativa de retornar, mas que, de todas as forma, me rendeu 7 kilos a menos na balança, eliminou TODAS as minhas celulites (ele não era só de dieta, era de desintoxicação – e fique claro, elas voltaram, rs) e serviu de gatilho pra eu me apaixonar (e manter a paixão, veja só!) pela bicicleta.

Na empolgação toda de alimentar o blog e de buscar novos hábitos saudáveis, em janeiro de 2012 comprei uma bike, entrei pra um grupo de pedal (o querido Pedal da Vila Madalena), aprendi a pedalar na cidade, comecei a ir de bike pro trabalho e mudei meus passeios de fim de semana, passei a bater cartão no ibira, na ciclofaixa, a visitar mais o centro, conheci a deliciosa pistinha de pump track no vilallobos e, por último, conheci e passei a integrar o pedal voluntário, união perfeita entre 2 das minhas maiores paixões, a bike e a filantropia 🙂

pedal historico

pedal voluntario

IMG_1547

Além de ficar muito feliz com essa conquista, depois de reler meu primeiro post sobre a magrela, dei boas risadas relembrando da época gostosa em que fiz esse blog, fiquei com saudades das pessoas que acompanhavam ele de pertinho, dei uma boa repassada nas minhas metas e inspirações, vi como muita coisa mudou e muita coisa continua igual e fiquei levemente orgulhosa por ter quase chegado a 10.000 visitas em pouquinho tempo.

Sem dúvida nenhuma vamos poder migrar umas receitinhas, dicas, inspirações e, o melhor de tudo: os TERMOS DEFINIDOS que eu “cunhei”.

Como vocês bem sabe isso aqui é um blog composto por 3 Marianas, 3 advogadas, 3 futuras arrasa quarteirões. E na dificuldade de desapegar do papel de advogada contratualista, acabei criando uns termos definidos nada jurídicos, o preferido deles é: penelopecruzarização que significa ficar linda, maravilhosa, charmosa, sexy e gostosa como a minha musa inspiradora do coração: Penélope Cruz (não entendeu a fissura? Então, clica aqui).

Outro termo que virou quase um mantra é simples como um bikini branco, e nada mais é que bikini branco, bikini da mulher bronzeada, violão, propaganda de cerveja e havaianas, que diz que não se acha sexy, mantra que ajuda a segurar a peteca naquela hora da preguiça de pular da cama pra malhar.

Enfim, contudo, todavia, voltando pro começo, acabei de perceber que falei, falei, falei e não disse muita coisa sobre meu histórico, né?

Bem, como já contei, minha vida tem sido uma montanha russa, o que, de certa forma, tem um impacto direto no (sonhado) processo de emagrecimento. Sou relativamente recém formada, faço 2 anos de formatura agora no meio do ano e passei por muitas transições que influenciaram muito quem eu sou hoje e onde eu pretendo chegar. Foi uma fase bem instável que me trouxe uma bela bagagem, muita gratidão (porque tudo o que acontece, tinha que acontecer, sempre) e uma nova perspectiva pro meu futuro.

Nesse meio tempo passei por uma experiência transformadora no terceiro setor, participando e viabilizando projetos sociais e depois de muito pensar (e, admito, sofrer um bocado) foquei em minha estabilidade financeira e profissional, deixando o terceiro setor como carreira e buscando uma especialização de peso, o que me levou a ser uma pseudo tributarista em vias de me especializar, e voluntária compulsiva nas horas vagas.

O processo todo de reestabilização levou um tempo, mas agora que finquei os pés no chão acho que é hora de alinhar tudo o que tá capenga na minha vida, incluindo uma dieta de verdade que me ajude a me sentir mais confiante, bonita e feliz.

Por isso decidi aceitar o convite da Mari J. pra fazer parte desse projeto colaborativo, pra apoiar essas amigas que também passaram por belos altos e baixos nesses últimos tempos e decidiram se juntar no intuito de uma puxar e manter a outra no cume da tal montanha russa da vida. Vamos deixar combinado que grandes quedas só se for dos ponteiros da balança!

Vou começar assim, um pouquinho diferente das outras Maris, porque tenho um jeitinho um pouco diferente de encarar essa questão de peso. Não vou postar fotos pra comparação, não condeno o excesso de peso, assim como a maioria dos seres humanos do mundo, eu gosto de comer, acho que comer vai muito além da comida, comer é um fato social, comer é cultura, comer é lazer, e nunca fui do tipo que come pra sobreviver ou come tudo o que quer sem ver o botão da calça voar (fato recente, rs). Também não sou do tipo preguiçoso, frequento a academia desde que me conheço por gente e nunca pulei a fila da salada no kilão. Sou mais ou menos do mesmo jeitinho há uns bons anos, sou ótima pra manter o peso, só não tenho sido determinada pra abrir mão de uns prazeres. Enfim, não me assusto com a minha imagem, me aceito com todo meu recheio, gosto bastante do que vejo, mas acho que posso melhorar, sim, afinal sonho com o dia em que coloque um jeans soltinho, uma regatinha branca justinha e não precise me encher de firulas e acessórios pra me sentir bonita. Sem dúvida. 😉

Outra coisinha, recalque feminino, eu tenho: não gosto de revelar meu peso pras pessoas, sou super parrudinha e tenho a mais plena ciência de que nunca vou beirar a faixa dos 50 e o manequim 38, quando tinha 16 anos, pesava 59, fazia dieta e ouvi da minha nutricionista que eu tinha que parar por aí (e da minha irmã que eu estava com uma cabeça enorme), quando aprendi a respeitar meu tipinho físico. Ou seja: meu objetivo não é fazer milagre, é apenas gostar do que eu vejo, viver uma vida saudável e ficar bem nas roupas que gosto de vestir.

Bora começar essa bagaça?

Então nada de perder as cenas dos próximos capítulos! 😉

Vai, Mariana!

Anúncios

2 pensamentos sobre “E com vocês: Mariana C.!

  1. Tiffany Love disse:

    uhuw vou acompanhar e tentar me inspirar que estou naquela fase saindo da dieta!!!!! e mari é verdade vc ficava cabeçuda! hauhauhau brincadeira !! força!

    • Mari C. disse:

      hahahahahaha, sinceridade é tudo nessa vida! vamos criar o “alerta cabeção” pra ninguém exagerar na perda de medidas! rsrs

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: