Arquivo mensal: junho 2013

A vida chegou

Sim, eu sumi. As Maris também. Mas não foi só a gente. Quem não se sentia meio incapaz semana passada de falar qualquer coisa fora a ebulição política de tudo que estava acontecendo?  Culpo tudo:  a vida, o universo e tudo o mais. Essas semanas foram muito agitadas para qualquer pessoa com um coração batendo, as manifestações, as chuvas, as festas juninas.

Mas a gente já sabe que, para dar certo, precisa ter resiliência. Dar errado, em alguma medida, de alguma forma, de algum jeito, é inerente: não existe processo nenhum – de cura, de evolução, de emagrecimento, de procurar uma vida mais saudável – sem algum tipo de retrocesso. Há de se aproveitar a beleza do caminho, e para isso, às vezes é preciso parar e olhar ao redor.

Se existe a salada no almoço, é porque pode existir o hambúrguer com batata frita no jantar.

E para colocar tudo de ponta cabeça eu ainda incluí uma pneumonia, meu aniversário e uma aventura romântica no processo.  Ah, a vida, essa danadinha, dando um pé na bunda dos meus planejamentos e… FAZENDO-ME EMAGRECER 3KG NO PROCESSO.

Sim. Vida, sua sapeca. Eu vou pra academia, tomo shake, não bebo cerveja, não como nada de porcaria e fico ali, estacionada. Aí quando fico me entupindo de vinho em dia de semana, cabulo academia pra ficar de chamego, fico de cama, janto miojo quentinho toda noite… Emagreço?

Ontem terminei de tomar o antibiótico. O que quer dizer já posso voltar a correr! Ponto, uma desculpa a menos.

Mas…  amanhã eu vou sair pra dançar. Vou deixar a vida boa, intensa, forte, gigante vida linda toda cor de rosa acinzentado das chuvas e garoas de São Paulo decidir um pouco o que vai acontecer. Prometo solenemente que vou sempre trocar o vinho por água.

Mentira. Não vale à pena.

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(No meu aniversário, com a Bia e a Marina. E o tricô verde tamanho P)

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Magreza sem Pobreza

Oi Gente!

Eu estou tentando fazer as melhores opções alimentícias – comida com menos sódio, menos conservantes, menos processamento, mais coisas cruas, substituir o café por chá – mas, olha, tem vezes que isso sai caro demais. Fui comprar umas frutinhas no Pão de Açúcar aqui pertinho e deu vontade de chorar.

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Fazer compra na feira e comida em casa ajuda muito nisso – quanto menos etapas você pular para se alimentar, mais barata e saudável sua refeição vai ser, e é exatamente o temperinho pronto, o molho pronto, o ketchup, a lasagna congelada, o hot pocket que te enchem de calorias vazias e de sódio – e que pesam muito no orçamento. Quer comparar? 500gr de pão de queijo congelado R$4,99 – pão de queijo de 50gr aí na sua cafeteria – R$3,50.

Pensando nisso eu tento sempre trazer de casa as frutas e todo o meu lanche do dia a dia, e ajuda muito o fato de que eu trabalho em um escritório onde é disponibilizada uma geladeira. Explico: antes de sair de casa eu tomo apenas um suco. Deixando para tomar “o” café substancial aqui, porque, senão, eu fico o dia inteiro com fome.  De manhã eu faço assim:

07:00: Suco de Couve com Maracujá (sem açúcar)

09:30: Xícara de Café +  Bolacha Integral+ Peito de Peru ou Queijo Fresco Light (se estiver com fome ainda, eu acrescento uma fruta)

Eu comecei semana passada a substituir o Pão Integral por Bolachinhas da Nesfit que ganhei da minha mãe. Finjo que elas são fatias de pão (e como são compridinhas, até que cumprem bem cumprida essa função) e recheio com peito de peru ou queijo branco.

Parte boa dessa substituição é que o crocantinho da bolacha combina demais com o recheio (mais que o pão, SINTO MUITO!), e eu estou eliminando calorias aí, sem eliminar o consumo de fibras e sem perder a saciedade. São 150 kcal do pão (duas fatias) vs. 90 kcal da bolachinha Nesfit. Além de bem menos sódio. Desculpa, pão, fica para o lanche pré treino da academia!

Meu gasto semanal de lanchinhos tem ficado em 20 – 25 reais e eu costumo incluir 400 gr de peito de peru light (Compro a peça e fatio em casa, sai bem mais barato), 1 queijo branco light,  Maçãs, Peras,  Bananas, ou qualquer fruta que tiver em casa e uma bandejinha de Yakult ou iogurte – não tomo o light, que tem quase as mesmas calorias e o dobro de conservantes que aquelas bandejinhas mais simples. Para essa semana quero começar a incluir umas castanhas aí também!

Caro, caro mesmo, é ficar comprando barrinha de cereal, polenguinho, bolachinha integral em pacotes minúsculos. Dá para emagrecer sem estourar a conta bancária. Fazendo a conta, sai até mais barato, porque se eu fosse tomar um Um Tchai Latte e um pão de queijo no Starbucks aqui do lado – lanche básico, vai – eu gastaria, hum… R$75 por semana!

O que vocês comem de lanche? Tem alguma diquinha?

… I had the time of my lifeeeee”

Eu volto, e com boas notícias:

Eu consegui ir à academia quatro vezes na semana passada, e em todas tinha um objetivo certo: correr o máximo que eu pudesse no (pouco) tempo que eu tinha. O melhor desse empenho? Eu consegui fazer meus primeiros 5k sem morrer, abaixo de 40′! Pode parecer pouco, mas, olha, para essa Mariana quer dizer DEMAIS! Eu, inclusive, fiquei enchendo o saco das pessoas mandando foto da esteira e postando essa notícia no Instagram porque, né, POR QUE NÃO!?. (Aliás, me sigam lá! @outrarosa)

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(Eu assumo que cantei essa música para mim mesma ao sair da esteira)

Eu faço um esquema mais light de corrida, porque né, ainda estou fortalecendo!

  1. Aqueço caminhando por 3 minutos, velocidade 6,0;
  2. Troto por 2 minutos em velocidade 7,5;
  3.  Corro por 4 minutos em velocidade 9,5;
  4. Troto por 2 minutos em velocidade 7,5;
  5. Corro por 4 minutos em velocidade 9,5.

E etc, etc, etc, vocês entenderam. Faço isso por 40 minutos, que é o tempo que tenho para ficar na academia. Se me sinto muito cansada, se não estou aguentando, desço sem neuras para mais 3 minutos caminhando a 6, que é melhor que ter uma lesão por esforço.  Tenho feito uma média de 5 – 6 km, mas a intenção é chegar a 10 km em 40 minutos até o final do ano. Aguardem!

Li uma reportagem  que diz que o ideal para gerar um gasto calórico efetivo com corrida é alternar intensidade, então, bem, é o que eu faço. A parte boa é que com isso eu adéquo o ritmo da música ao da passada e consigo ouvir boa parte das minhas músicas favoritas mais animadas. Tenho ouvido demais essa aqui para correr (e meio que lipsync a música enquanto corro, o que é meio patético):

http://www.youtube.com/watch?v=17ozSeGw-fY

“..So I put my faith in something unknown, I’m living on such sweet nothing…but I’m trying to hope with nothing to hold.. oooohhh”

Eu passei um dos dias da semana meio tristinha (malditos sejam os homens e seus corações de pedra) então eu comi foi um pacotinho de salgadinho e outro de suspiros (E mais uma vez te pergunto… PORQUE NÃO NÉAM?). Mas tirando isso eu mantive a dieta bem encaminhada e sem exageros noturnos, que é o meu pior hábito. Resultado? Final da semana, -1,5kg!!

E a festa do sábado? Nunca me senti melhor. Valeu a pena!

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Update: O Éverton (aka Gourmet Saudável , “corredor” ou “A Pessoa que fica me mandando fotos da Esteira”) estourou meu balão hoje à tarde: se eu quiser fazer 10k em 40′, eu vou precisar correr na velocidade 14/15, coisa que é mais… digamos, difícil. Isso é verdade, principalmente se levarmos em contra que a maior velocidade que eu já cheguei, por enquanto, é a velocidade 11… =/

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G.A.: Veronika, “despacio despacio, comienzas a caer”

Gente, pode parecer esquisito, mas o título desse post tem TUDO ver com o depoimento que vem por aí, vou explicar e você vai entender, juro.

A G.A. (gordinha anônima, pros novos seguidores) eleita pra dar o depoimento da é a Veronika, uma amiga minha que, em 5 anos, baixou do manequim 44 para o 36.

36! Nem 40, nem 38, 36.

Pronto, não precisa nem entender o título do post, né?

Quer saber como (quer emagrecer? pergunte-me como!)?

Então tá, vamos começar do começo.

Conheci a Veronika quando morei na Espanha, entre entre 2007 e 2008, em Salamanca, e ela foi a minha primeira amiga.

Estava lá, perdida, sem falar o idioma, sem amigos (isso, bem loser mesmo) e minhas aulas ainda não tinham começado… Estava NA ESPANHA, em uma CIDADE UNIVERSITÁRIA e ainda não tinha PISADO em nenhuma balada (L gigante na testa).

Não conhecia ninguém, então tudo o que eu fazia era passear pela “ciudad dorada” e pensar em tudo que podia acontecer no ano que estava começando…

1º dia: legal, lindo, esplêndido!

2º dia: legal, lindo!

3º dia: legal chato, lindo (porque lá é muito bonito, não tem jeito)!

Aí, nesse mesmo 3º dia, quando eu já estava DESESPERADA para curtir la fiesta, bateram na porta do meu piso apê. Era a Veronika! Uma gringa! Ruiva! Que falava só em inglês comigo!

Ela era minha vizinha, a dona do ap. (Hortência, lembrei!) onde ela estava hospedada era dona do ap. em que eu fiquei logo que cheguei, a Hortência deve ter notado a minha solidão e  pedido socorro dado a dica (porque a Veronika tinha amigos, rs).

Achei demais e comecei a sentir que estava em um intercâmbio.

Vizinhas e BFF’s em um segundo. Eba!

Curtíamos tanto, tanto, mas tanto! Muito, muito mesmo!

A Veronika é uma das pessoas mais divertidas que eu já conheci e também uma das mais bonitas.

Já disse que ela é ruiva, né? Então, Marina Ruy Barbosa, sabe como é.

E além de ruiva, ela é eslovena. Eslovena. E como a grande maioria das meninas do leste europeu, ela é um a-ha-zo.

E não pensem que o manequim 44 fazia alguma diferença.

44 ou 36, ela fazia a galera (digo galera porque homens e mulheres estão inclusos no pacote ahazado) virar o pescoço por onde passava.

E eu, particularmente, achava ótimo, porque pegava carona com o furacão e foi numa dessas que acabei conhecendo o amor da minha vida espanhol que habitou mi corazón durante um bom tempo (mas isso é OUTRA história).

Enfim, a Veronika foi a minha 1ª amiga no melhor ano da minha vida e me ajudou a compor minha primeira turminha. Éramos eu, ela, a Jasna (Iásna) – outra eslovena, o Diego (o brasileiro que morava comigo) e o Roman (um alemão bem disputado).

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(sim, estou de chapéu tirando foto no elevador – ops)

Feita a introdução, agora deu pra entender o título?

Conheci a Veronika na Espanha, hoje nós nos comunicamos só em Espanhol, e “despacio” significa devagar (além disso, esse é um trecho de uma música da Shakira – las de la intuición – que tocava muuuuito por lá – e essa observação não é muito pertinente).

Devagar, foi assim que ela mudou de manequim, e de vida.

Já falei bastante, né?

Vamos ao depoimento (adaptado do espanhol para o português):

“Minha trajetória começou há, mais ou menos, 5 anos.

Um dia, depois de comer muito mais do que deveria, subi na balança, que me mostrou um número abominável: 68,5 kg.

Não parece muito, mas tenho a estrutura pequena, por isso me pareceu horroroso.

Depois disso, disse a mim mesma: MAS SÃO QUASE 70 KG! Aí decidi fazer algo para mudar essa situação.

(Antes de mais nada, acho importante adicionar que sempre fui esportista, antes desse episódio havia treinado karatê por 10 anos, inclusive como competidora, por isso nunca me “senti gorda”).

Ainda assim, aquele número mudou tudo.

Comecei a correr, dia sim, dia não.

Primeiro 1 km, depois 2km, até que cheguei aos 5km (e mantive essa distância porque meus joelhos não permitiam que eu fosse além).

O primeiro ano foi super difícil, queria MORRER toda vez que corria e, além disso, meu peso não baixava!

Nos primeiros 6 meses: NADA!

Tinha hora que eu queria mandar tudo à merda, mas minha teimosia não deixou.

Assim, depois de 1 ano, consegui perder 4 kg.

Sim, só 4.

Mas eu estava satisfeita. Dizia a mim mesma: se esse ano perco mais 5, estou feliz.

Mas veio um inverno desgraçado que me impediu de sair para correr e, como eu não queria pegar pneumonia, decidi experimentar umas aulas de yoga.

Minha professora era mãe da minha melhor amiga e tinha um estúdio a 15 metros de onde eu morava (sim, tinha a sorte de não pagar nada pelas aulas).

Então, comecei a ir às aulas, todos os dias. E, assim, passaram-se 6 meses e foram-se 4 kg!

Os meses passaram, as temperaturas subiram, voltei a correr!

Tinha chegado aos 60 kg e me sentia bem.

O yoga me deu músculos e transformou o meu corpo, por isso, mesmo tendo perdido pouco peso, todos notavam a diferença.

Se posso ser sincera, não tinha a intenção de emagrecer mais.

Passou-se um tempinho, continuava com a minha rotina de exercícios, sem mudar praticamente nada na minha alimentação. Foi quando preparei um bife pra mim. Desses parrudos, que vêm com osso e tudo, o que me deu TANTA náusea que jurei que nunca mais tocaria a carne vermelha. E não o fiz. Desde então só como peixe. E não sinto falta da carne.

Como na minha casa a alimentação era baseada em carne vermelha, minhas opções ficaram muito limitadas, aí comecei a comer menos. Além disso, essa opção melhorou MUITO a minha digestão, o que resultou em menos 2 kilinhos.

Não bastassem todas essas mudanças, nesse meio tempo recebi o diagnóstico de que tinha hipotireoidismo (que é a incapacidade da tireoide produzir hormônios suficientes para o corpo, o que influencia, também, na digestão), por isso comecei a tomar uma medicação para recuperar os hormônios.

Lá se foram mais 3 kg.

Claro, tudo isso combinado com o yoga.

Estava super feliz com meus 55 kg, mas comecei a enjoar da minha rotina de exercícios, o que me fez procurar algo diferente… Foi quando descobri os “HIT workouts” (HIT : High Intensity Training – treino de alta intensidade) e comecei a fazer umas aulas que encontrava no youtube.

Epa, menos 2 kilinhos!

Cheguei aos 53 kg e agora, que estou com 53,5, creio que meu peso ainda não parou de baixar, o que não é um problema, porque sou louca por doces, então, se vejo que meu peso baixou muito, capricho e como um pouco mais de doce, hahahaha…

Cheguei aos 53,5 kg e nunca estive de dieta (se não considerarmos o bife abandonado), nunca deixei de comer chocolate, doces, bolos, pizzas, massa ou de beber álcool. E nem sempre consigo fazer exercício 6 vezes por semana, mas nunca faço menos que 3 vezes, porque meu corpo se acostumou e exige isso de mim, além disso, me sinto mal se não tenho minha dose diária de endorfina.

Outra coisa: nunca perdi mais de 4 kg em 6 meses. Parece pouco, mas acho que se você não quer que todo o peso perdido volte, é melhor fazer tudo com calma, ainda que seja difícil ter paciência.

Essa é minha história, espero que mostre que podemos conseguir tudo o que queremos com um pouco de paciência e força de vontade!”.

Quem terminou de ler pode pensar: uaaaaala! AMAY!

Ou…

Poxa! 5 anos! Vou ficar gorda pra sempre! Phoodel!

Mas… impacientes de plantão, é importante notar: no primeiro ano foram quase 10 kilinhos. 8!

Pode parecer devagar, mas… se pararmos pra pensar… Quem aqui está acima do peso há mais de 1 ano e fez várias dietas fracassadas?

o/ (eu!)

Então, mudar de estilo de vida, pode ou não pode ser uma boa?

Ainda não se convenceu? Então CHECK IT OUT:

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É, essa é a Veronika “antes e depois” (e ela ainda não tinha terminado de emagrecer quando publicou a foto da direita).

Eu, quando vi, fiquei impressionada, porque, na verdade, nunca tinha notado que ela era bem gordinha (a menina é tão charmosa e autoconfiante que acho que isso é a última coisa em que qualquer um reparava).

Acho válida a tática dela, acho exemplo e acho incrível o “mudar de vida sem mudar de vida”.

Ela fez adaptações e não abandonou uma comilança aqui e outra acolá, nem os bons drinks que deixam a vida mais colorida \o/

Além disso, ela aderiu à prática de vários esportes.

Não acha que yoga é esporte? Acha que yoga é alongamento? É meditação?

Então, tá.

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Músculos!

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Força!

Ainda não se convenceu?

A demora, ok…

Yoga, legal.

Mas… 68 kg nem é um absurdo!

Não é tanto pra mim, que fico magrinha com 63.

E quem disse que todo mundo fica bem com o mesmo peso?

Errei feio, errei rude! 

Como que eu descobri a rudez do erro?

Observando.

Observei bem as coxas da garota e vi suculência. Nada de saco de ossos.

Errou feio? Errou rude também?

Errou, ó:

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Flexibilidade, força, COXAS BONITAS!

Dependendo da sua estrutura, 36 é sim sinônimo de gostosura.

Conclusão?

Método Veronika de emagrecimento: Acho digno, acho exemplo, acho inspiração.

Você também tem um método digno, um método exemplo, um método inspiração?

Manda o depoimento pra gente!

#VaiVeronika!

A carência de gordos magnéticos (de acordo com as pesquisas)

Todos os dias eu escuto/leio/vejo algum absurdo sobre padrões de beleza.

Já ouvi: no mundo dos solteiros, gordo não tem vez.

Já ouvi: não, nunca peguei gordo.

Já ouvi: eu gosto dele, mas ele é feio.

Todos os dias eu escuto/leio/vejo algum absurdo sobre padrões de comportamento:

Já ouvi: quem quer relacionamentos duradouros não deve transar na primeira noite.

Já ouvi: se o cara não paga a conta eu nem atendo o telefone.

Já ouvi: a primeira coisa que eu faço é ver se ela está com a manicure em dia.

Hoje eu tive a infelicidade o prazer de ler, basicamente, tudo isso na mesma “reportagem“.

Depois que cheguei do almoço notei que o mesmo texto (com um título inocente) tinha sido compartilhado por um monte de gente (de conteúdo, diga-se de passagem) da minha TL.

A chamada era “Mulheres aprendem a ‘desmunhecar’ em curso para ‘atrair partidão'”.

Pensei: ah, engraçado, deve ser alguma brincadeira, a mulherada tá carente, o dia dos namorados tá chegando, quem nunca quis ir naquele curso que a Carrie deu sobre a arte da conquista?

Então, depois daquele café fresquinho pós almoço, resolvi ler pra dar uma relaxada antes de voltar a trabalhar…

Me dei mal.

O sentimento foi de “nojinho” (pra não dizer ira).

As dicas bobinhas e engraçadinhas eram, nada mais nada menos, que uma espécie de bíblia da involução.

Uma “reportagem” sobre um “treinamento” intensivo oferecido por uma “agência” que promete deixar as mulheres “magnéticas” para conquistarem um partidão.

As lições?

– Não somos culpadas pelo movimento feminista (sabe aquele que culminou no direito ao voto? Que briga por direitos equânimes? Que luta por uma vivência humana liberta de padrões opressores baseados em gênero?) e devemos resgatar a feminilidade e a tolerância se quisermos relacionamentos duradouros;

– As mulheres não devem FALAR com o garçom durante um jantar (isso demonstra muita independência, CUIDADO!);

– Não devemos falar sobre trabalho, esse departamento é dos homens;

– Devemos ser pontuais (único conselho razoável, ainda assim acho “charmoso” atrasar, rs);

– Para atrair devemos usar salto alto e na falta dele ANDAR NA PONTA DOS PÉS;

– 50% das pessoas não querem parceiros acima do peso.

Depois de sentir aquele gosto de guarda-chuva pós ressaca de tequilarumcervejavodkaezulu, senti que engoli uns três guarda-chuvas de uma só vez quando li:

A própria Eliete costuma rejeitar gordos em sua agência. “Sou carinhosa e assertiva, digo que se ela emagrecer aumentará seu leque de oportunidades”, explica. Mas há gordos magnéticos, não?, a reportagem pergunta. “Não é o que dizem as pesquisas.”

EPA!!!!!!!!!!!!

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QUE PESQUISAS???

“De acordo com pesquisas” o CARALMBA!.

Desde quando o uso do termo é fonte científica?

“De acordo com pesquisas”, “eu li num email”, “tá na Veja”.

Eu li num email que se eu repassasse o email pra 15 amigos eu ia ter meu pedido atendido e continuo não estando milionária.

Pois é.

Eu recebi um email que me mandava parar de tomar activia porque o que fazia o meu intestino funcionar era o COCÔ que fazia parte da composição do iogurte.

E quer saber?

Pra mim, o valor das pesquisas que embasam esse treinamento é tão incrível quanto e tem a mesma base desse email: MERDA.

À MERDA essa tirania disfarçada de treinamento.

Como é que pode existir gente (gente rica) que investe R$ 1.000,00 em um curso que ensina, BASICAMENTE, o que o mundo já impõe?

Como é que pode existir gente que não percebe que somos condicionados a ter o mesmo corte de cabelo, a vestir as mesmas roupas, a ouvir as mesmas músicas, a ler os mesmos “livros”, a assistir aos mesmos filmes?

Como é que tem gente disposta a PAGAR pra ouvir que deve cortar a unha do pé?

Ou pior, como é que tem gente disposta a atrair um parceiro que admira quem anda com pé de Barbie na piscina?

Gosta de padrão? Vai ler as regras da ABNT, meu filho!

Pelo amor dos Deuses.

Pelo amor à vida.

Pelo amor a si.

Mulher! Homem! Mundo! Quando é que vamos entender que os padrões de beleza são RELATIVOS?

Que aquilo que é belo pra mim, não necessariamente te agrada?

Que atração vai muito além da carcaça?

Que não tem a menor graça fazer parte de um conjunto de bonecas?

Por favor, mundo! Como é que você fica abismado com a mastectomia da Angelina e acha NORMAL um batalhão de peitões, bundões e cinturinhas – artificiais – desfilando por aí?

Como?

Como é que pode um dos maiores vetores de comunicação de São Paulo publicar algo tão… vazio?

O que me consola é que não sou a única a ter náuseas ao saber que pra algumas pessoas seguir padrões é a (única) saída.

Não, não tenho absolutamente nada contra quem se cuida.

Admiro, sim, o belo e reafirmo que esse blog trata, entre milhões de outras coisas, dessa busca pelo belo.

Eu eu me pergunto… a que custo? Porque? Para que? Para quem?

Se estar magro é a ferramenta INDISPENSÁVEL para atrair um parceiro e significa não fazer parte das estatísticas dos “não magnéticos”, eu quero mais é usar 44 pro resto da vida.

Como diria meu genial amigo, Ivson: relacionamento é como a pesca, dependendo da isca você só vai atrair bagre!

Qual o seu número?

Hoje parei pra pensar no apego que temos com números.

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O número do manequim, o número que a balança indica, o número de calorias do que vamos comer, o número da conta bancária, entre outras maluquices (eu, por exemplo, acho que o número 37 é meu número da sorte e saio caçando ele por aí, mas isso não vem ao caso, rs).

O apego é tão grande que nos esquecemos que eles representam apenas quantidade e que devemos prestar um pouquinho mais de atenção na qualidade. Aí, me peguei pensando na batalha épica quantidade X qualidade.

Round 1:

A fulaninha usa manequim 38. A beltraninha usa manequim 42. Quem é mais magra?

R: A fulaninha!

(Hum… Pensei que gordura/magreza fosse avaliado por IMC, quantidade de massa magra X quantidade de massa gorda. Interessante…)

Round 2:

A fulaninha pesa 58, a beltraninha pesa 70. Quem é mais bonita?

R: A fulaninha. Afinal, quem pesa mais de 60 é gordo e feio.

(Hum… Não sabia que balança avaliava simetria, harmonia, charme, sensualidade… Nem que tinha detector de inteligência/humor… Nem mesmo que tinha um sensor de, tssss, troca de energia/química. Afinal de contas, beleza é baseada só em magreza, certo?)

Round 3:

A fulaninha almoçou um sanduíche natural. A beltraninha almoçou 250 g de lasanha bolonhesa. Quem é mais saudável?

R: A fulaninha, afinal sanduíche natural veio com uma etiqueta “light”, por isso deve ter menos calorias. E lasanha é massa, massa é carboidrato, carboidrato engorda!

(Hum… Achava que a massa, além de nutritiva, não fosse nada perigosa para quem controla o peso, afinal quem cuida da balança malha e quem malha precisa de energia, não? Pensei que o molho de tomate sobre a massa fosse rico em licopeno e ajudasse a prevenir o envelhecimento precoce e afastasse alguns tumores… Pensei que proteína de carne ajudasse na construção de músculos. Mas é ÓBVIO que salpicão de frango é mais nutritivo)

Round 4:

Coca zero ou suco de laranja?

R: Coca zero, claro! Suco de laranja engorda!

(Poxa, pensava que excesso de açúcar, fritura, álcool engordasse e que podíamos considerar os benefícios da vitamina c, dos flavonóides, dos antioxidantes… Achei que evitar o excesso de ciclamato de SÓDIO – proibido nos EUA – também fosse uma boa…)

A batalha não termina. Mas vamos parar por aqui, porque o que queremos é representar o número de escolhas e julgamentos errados que fazemos quando nos baseamos somente em números.

(Tá, e qual é o ponto?)

O ponto é: abandonemos a paranoia.

Vamos deixar de lado o julgamento baseado em números e basear nossos julgamentos em conteúdo.

O corpo ideal e, mais importante, saudável, não é necessariamente aquele que veste o menor manequim ou pesa menos.

A melhor refeição não é aquela que tem menos calorias, mas aquela que tem mais calorias recheadas de qualidade.

Os alimentos calóricos não são, necessariamente, vilões!

Ao questionar o que devemos e como devemos comer, devemos avaliar mais a fundo a questão das calorias e estender a análise para além do valor calórico, avaliando o que, de fato, importa, o valor nutricional.

Mesmo que um alimento seja rico em calorias, isso não significa que  ele irá contribuir para o acúmulo de gordurinhas extras, desde que essas calorias sejam cheias!

Mas, meu bem, o mesmo não acontece com alimentos de baixo teor calórico e ausência de valor nutricional. Isso, sim, pode contribuir para que aquele pneuzinho incômodo infle (quem nunca sentiu fome depois devorar um combo máxi no fast food da esquina?).

Pois é, calorias vazias deixam nosso organismo doidão, fazendo com que ele trabalhe mais do que o necessário na hora da digestão, assimilação e eliminação.

Ok, é fácil falar, mas quem nunca se pegou almoçando alface com “molho” de limão pra poder comer um bolo de chocolate depois?

Tá, de vez em quando, ok.

É… Não é beeem assim. Nosso corpo precisa de energia viva pra manter-se vivo.

Não sou o maior exemplo da vida, sei que estar acima do peso não é saudável, mas… Eu, mesmo estando acima do peso desde que me conheço por gente, nunca tive anemia, nunca (NUNCA) tive o colesterol elevado, nunca fiz cara feia pra salada, nunca (quase nunca) quebro a regra do prato colorido com 50% de salada, 25% de carboidrato e 25% de proteína, nunca tive dificuldade pra subir uma ladeira de bicicleta ou pra correr por 50 minutos seguidos.

Devo mudar muita coisa? Devo.

Quero estar bonita e gostosa dentro de um bikini branco? Quero.

Vou ficar mais cabeçuda pra entrar no bikini M? Não (afinal de contas, o M é o novo PP, rs).

Vou viver de vono sopinha pra atingir meu objetivo? Não.

Vou comer abacate? Sim.

Vou tomar suco de laranja? Sim.

Banana? Com certeza!

E você?

Vai pensar só em ficar gostosa no vestidinho à vácuo ou vai começar a prestar atenção no que põe no prato?

Vai encarar a dieta como forma de entrar na calça jeans ou como forma de manter-se vivo?

Vai lembrar que, além da lataria, é preciso cuidar do motor que move esse avião?

Na dúvida, tenha em mente: nosso corpo é nosso templo e não somente uma vitrine.

Segundo dia e Boas intenções

Eu assumo: Primeiro dia, primeira falha. Fui tomar um café com um amigo (tomei chá sem açúcar, pode!) e acabei não indo nem à academia nem jantar no Espaço Vida Saudável da Herbalife.

Acontece. Eu errei mas nem foi tão mal assim, porque o erro não implicou em um excesso de calorias, e eu ainda jantei creme de abóbora sem NADA de outros carboidratos (Simplesmente cozinhe a abóbora com dois dentes de alho, um pedacinho de cebola, junte um copo de água e bata no liquidificador. Melhor sopa do universo) e não escapei da dieta em nenhum momento.

Mas teve uma hora da tarde que eu entrei em parafuso: não passavam as 3 horas necessárias para o meu próximo lanchinho e eu tive vontade de bater o teclado na minha testa. De mastigar papel. De chorar. Eu juro que algumas lágrimas tiveram de ser escondidas enquanto eu ouvia a minha barriga roncar até as 3 horas terem se passado e eu pudesse comer de novo.

Primeiro dia de dieta é terrível, né?

Eu pensei em comprar uma barrinha de ceral, mas não sei vocês, eu como uma barrinha de cereal e parece que… EU ABRI UM BURACO NO MEU ESTÔMAGO. Parece que a barrinha de cereal retirou todo tipo de saciedade que existia dentro de mim e a transformou em um brilhante letreiro de neon com a frase COMA NHOQUE estampada.

Mas, né, hoje tem academia. O que quer dizer que eu vou poder comer um pouco mais! ❤

 

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Tudo novo, DE NOVO

Bom dia, gente!

Todo mundo animado? Que dia lindo! SÓQUENÃO. Acabou o feriado, se você mora em São Paulo está lidando com um clima MISERÁVEL nublado e úmido e frio e chato, e, principalmente, é segunda feira.

Eu estou com um pouquinho mais de mal humor por duas razões: esse mês eu faço 25 anos, e tinha me prometido algumas coisas que ainda não alcancei, tipo um namorado  emagrecer pelo menos 5kg no primeiro semestre, estou estudando para uma prova importante AND tem reencontro da minha turma da faculdade no sábado.

Um ano e alguns meses da festa de formatura, e, bom, são 5 dias para perder 10kg, vocês sabem como é. Sempre que algum evento importante aponta o meu primeiro impulso é: ROUPA NOVA-DIETA LÍQUIDA-PASSAR-FOME-MEU-DEUS- DO-CÉU-O-CAOS. Porque nesse tipo de evento tudo que você quer é chegar e simplesmente arrasar.

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(Arrasando assim!)

Assumo, porém, que sempre desisto um dia depois de começar porque não vou perder 10kg, é preciso se render à realidade. Melhor comprar uma roupa nova, fazer a unha, maquiar o rosto e fingir que está tudo bem.

Dessa vez, como tem o Vai, Mariana! eu vou apimentar as coisas um pouquinho mais. Vou fazer uma semana observando a dieta de verdade. Anotando o que eu como todos os dias e indo à academia sem faltar nenhum diazinho, fazendo 3 vezes musculação e cardio todos os dias. Uma semana para ver se realmente ser chata restrita faz diferença na hora de escolher uma roupa nova para a grande cervejada de reencontro no sábado.

Já comecei com o meu suco dos Deuses (couve e maracujá) e lanchei uma porção de proteína e uma maçã. Vamos ver como me saio durante o dia.

ps: Aliás, como o dia está cinzento e triste, fiquem com uma música para animar.

http://www.youtube.com/watch?v=mrFQvGtRzYA

#VaiMariana!

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Experimentando: Crossfit

Oi pessoal!

Eu vou estrear uma TAG nova aqui no Vai, Mariana!: a Experimentando. A ideia é testar novas alternativas de exercício, alimentação e esportes e contar para vocês a nossa opinião.

Ontem eu experimentei um esporte (esporte? Acho que sim, diz a wikipédia que sim!) novo, que está ganhando espaço, adeptos e muitos hits em vídeos no Youtube: o Crossfit. Agora, o que é CrossFit, você me pergunta? É isso aqui:

What is CrossFit?

Legal né? Mas você diria: nossa, não sou capaz de fazer isso. MENTIIIIRA. Eu fiz. Sim, olhem só vocês, eu fiz! Não tudo, fui a apenas um treino, mas fiz muita coisa que eu não imaginava conseguir. Ontem o treino foi assim:

1. Aquecimento

Nós chegamos atrasadas (2 minutos e minha culpa! Desculpas, Talita!), então tivemos que pagar 6 Burps.  Burps não é o que você está pensando. É isso aqui:

Isso aqui é um burp.

Isso aqui é um burp.

Parece fácil, mas, olha, não, não é, e depois do 3º Burp foi bem aí que a minha coxa começou a doer. A mesma sensação que eu tinha depois de 4 sessões de agachamento levantando 15kg de cada lado na academia tradicional? Eu precisei de três Burps. Mas está todo mundo te esperando para começar o treino, então você não pensa muito na dor, você faz.

Depois do castigo, nós fizemos algumas torções de braço para aquecer os ombros, pular corda (difícil, muito difícil!) e alguns movimentos com uma Ketlle Bell (o pessoal estava fazendo arremesso de peso, mas eu sou café com leite 😉 )

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Fizemos ainda um agachamento escorado na parede e aí… repete 4 vezes. Ahá! Você achou que o aquecimento tinha terminado? Mas há repetições, queridinhos.

2.  Técnica

O treinador (Marcelo, do CrossFit Proteus, onde eu fiz a aula) passou o treino para a técnica: ele mostrou como fazer um levantamento de barra com o braço estendido, com agachamento. Difícil, mas, olha, UMA DELÍCIA DE FAZER. Eu já expliquei para vocês que fazer exercício me dá muito prazer (hmmmmmm) então fazer aqueles agachamentos foi muito divertido.

Aprendi direitinho, me senti demais quando ele berrou “Iiiiiiiiiiisso, Mariana! Ótimo!” e essa parte do treino foi muito tranquila. Fiquei pensando: Nossa, se isso é CrossFit, eu estou ótima.

Nada –  EU DISSE NADA – me prepararia para o final do treino.

3. WOD – Work out of the day

E aí, quando eu já estava me achando A CROSSFITEIRA, o WOD foi apresentado: 7 minutos de agachamentos. Segurando a barra com o braço esticado acima da cabeça, do jeitinho que foi mostrado na Técnica. Esse exercício, feito corretamente, fortalece os músculos das costas, ombros, pernas, glúteos e abdômen.

Para mim, só queimou. Por mim eu tinha feito os agachamentos berrando “BUUUUUURN, IT BUUUUUUUUUURNS” mas achei que ia pegar meio mal, eu poderia envergonhar a minha amiga. E aí, quando você acha que não aguenta mais fazer agachamentos, você faz swings com a Ketllebell, de castigo.

UMA DELÍCIA (sério, sem ironia aqui).

crossfit

(Esse tipo de levantamento de peso… mas com agachamentos DO MAL junto)

Bom, e aí, qual foi a minha opinião?

Vale à pena sim. Eu fiz apenas uma aula, mas já senti minhas pernas e os músculos das minhas costas queimando (e hoje de manhã continuam assim 😉 ). Como as aulas envolvem peso e cardio, e são de apenas uma hora, é uma ótima opção para quem tem pouco tempo. Se você for três vezes por semana, uma hora por dia, o treinador disse que já consegue ver bastante resultado. Eu não duvido. Minhas coxas também não. A Talita, minha amiga que está fazendo há dois meses, muito menos (vocês precisam ver as pernas dela =P)

nooooooossa

(Como me sinto quando olho as pernas da Talita)

Em contras, fica que é um exercício que requer um investimento maior. Apesar de você não precisar comprar nenhum tipo de equipamento,  a mensalidade é mais cara que de uma academia comum, porque as aulas são individualizadas e requerem observação constante do professor. Dá para entender, mas, por enquanto, ainda não cabe no meu orçamento.

Mas definitivamente vou fazer uma experiência assim que for pos$ível, e vou incluir dois minutos de Burps na minha rotina assim que eu acordar. Já me disseram que faz maravilhas pelo seu corpo e seu metabolismo!

E aí, vocês já tentaram o Crossfit?

#VaiMariana

 

 

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Diário da detox: 4º dia

MEU CARDÁPIO – 4º dia:

Café da manhã:

Não teve. Acordei super tarde!

Lanche da manhã:

– 1 ameixa;

Almoço:

– 1 prato de salada crua: alface, rúcula e tomate;

– 2 col. de arroz;

– 2 col. de tremoço (enxaguado, para limpar a água da conserva, que tem muito sal);

– 1 bife médio;

– 2 col. de berinjela de forno;

Lanche da tarde:

– 1 col. de sopa de creme de alfarroba com avelã (docinho do bem);

– 1 kiwi;

Jantar pré treino:

– Salada crua: Alface e tomate;

– 1 Bisteca assada (tirei toda a gordura aparente);

– 2 col. de berinjela de forno;

– 2 col. de arroz;

Ceia:
-2 maçãs pequenas fatiadas, colocadas no microondas e polvilhadas com alfarroba e canela em pós;

– 1 xícara de leite de macadâmia aquecido e misturado com alfarroba em pó (tipo um chocolate quente do bem);

Beijos