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Janeiros… Fevereiros.

Estou há um mês trabalhando sozinha, de casa, com clientes amigos e amigos clientes. Cada caso é muito especial, cada cliente é único, e eu nunca me senti tão satisfeita, e apesar de no momento minha conta bancária estar mais para monge franciscano que advogada, a calma e a tranquilidade compensam.

Pela primeira vez desde 2003 eu tenho tempo para mim (nossa, que horror pensar nisso!) e o resultado de mais essa mudança, por enquanto, foi perda de peso e idas tão constantes à academia que os professores aprenderam meu nome depois de dois anos.

Ser conhecida pelos instrutores é incrível quando você precisa de um incentivo e péssimo quando se está em uma sala cheia onde ele só a conhece, porque grito repetidos de “VAAAAAAAAAAAI MARIANAAAAAAAA” passaram a acontecer diariamente.

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(Você não vê a diferença? Olha de perto… meu cabelo está crescendo 🙂 )

Meu treino de musculação mudou para séries mais complexas e longas, com aumento de carga durante a série e de acréscimo de repetições. Com o tempo disponível, passei a fazer outras aulas além do meu sagrado spinning de sábado de manhã: por enquanto, Circuito e Rubber (quase um Trx), aulas que queimam tudo e fazem com que eventualmente eu suba o ônibus em passinhos de idosa.

Circuito é amor, mas o Rubber é desespero. Imagina um elástico bem tenso. Agora imagina segurar esse elástico no seu pé. Agora imagina elevar as pontas desse elástico acima da sua cabeça lentamente, descer lentamente, elevar lentamente, até que você deseje que esse elástico estoure logo pelo amor de Deus, durante pelo menos 40 minutos.

Eu estou feliz e meus braços estão cansados. Acho que é uma excelente combinação ❤

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Porque se amar não é fácil.

Toda vez que alguém me pergunta “Por que você não posta mais”, eu tento explicar em poucas palavras um sentimento muito vasto que me invadiu desde o ano passado. Eu digo “Eu não sei mais se quero emagrecer”, mas o que queria mesmo dizer era “Amiga, senta aqui, deixa eu te contar uma coisa: eu conheci gente demais com distúrbio alimentar, tenho medo de escrever algo que faça com que outras mulheres acreditem que devam emagrecer a qualquer custo, ou fazer com que alguém tenha vergonha do seu corpo

Eu tenho medo de influenciar alguém negativamente. E eu tenho esse medo porque, como a maior parte das mulheres, eu julgo meu corpo muito severamente, usando como parâmetro modelos photoshopadas ou confecções que, com o intuito de economizar dinheiro com tecido (sério, acredite em mim), transformaram o antigo 36 no novo 40.

Eu reli alguns dos textos que escrevi no Vai, Mariana, e não tive certeza se o que transparecia aqui era a minha busca pelo equilíbrio, pela retomada da minha auto-estima, e, principalmente, que a minha constituição física não deveria ter nada a ver com essa jornada, mas que, por muitas razões emocionais,  tem sim. E, opa, isso é um problema.

Eu tremo de alegria quando alguma amiga me chama de magra. Quando dizem que emagreci? Abro um sorriso enorme. Busco, nessa validação boba, a certeza de que eu estou mais próxima a um padrão, e, assim, consigo acreditar por algum tempo que eu sou bonita. E isso é um problema.

É um problema nós, mulheres, acreditarmos que o nosso peso deva influenciar na forma como as pessoas nos enxergam.  É um problema também permitir que o mundo nos trate mal porque temos sobrepeso. Meu medo é não deixar claro, em cada post, que as minhas palavras não tem o intuito de convencer ninguém a emagrecer, mas sim dividir uma caminhada de reconstrução do amor próprio, que não tem que passar pelo peso, necessariamente.

Eu não quero ser gordofóbica, não quero ser machista e não quero mais acreditar que emagrecer vai ser a solução definitiva dos meus problemas. Porque, oi? Nem que eu entre na equação da Gisele Bundchen  (vocês leram essa entrevista da Jana Rosa?) eu vou estar padrão das revistas, já que aquelas mulheres não existem, são fruto da imaginação distorcida de alguns designers por aí.

Então eu resolvi mudar o slogan do Blog. Porque, se amar, nesse mundo onde as mulheres são constantemente analisadas, reduzidas e diminuídas de todas as formas, até fisicamente nas páginas das revistas, não é nada fácil. E não é um projeto. Nem pode ser. Contei para vocês que uma blogueira que não gosta de gordos me bloqueou no Instagram quando eu comentei em uma foto que achava que ela estava sendo desrespeitosa?

É difícil mudar um mundo. Mas vamos juntas.

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Mudando o Caminho

Quando eu me peguei pensando em 2014 (ainda em 2013, acreditem, provavelmente estou sonhando com 2014 desde… Dezembro de 2012? Provavelmente!), achei que fosse ser um ano cheio de dinheiro, de sucesso, com uma Mariana magrela e forte e atlética correndo pelo mundo enquanto viaja para compromissos profissionais.

“Smooth road, clear day
But why am I the only one travelin’ this way?
How strange the road to love should be so easy
Can’t you see the detour ahead?”

Eu estava errada. Continuo rechonchudinha, continuo com os pés bem firmes no chão da cidade de São Paulo, e, apesar de ter conseguido resolver muita coisa, esse ano começou com uma real sensação de começo, e não de final, para enredo que eu imaginei

Acontece que sempre quando imaginamos alguma coisa, só pensamos no resultado, em como tudo vai terminar: planejar o final sem imaginar a existência do caminho até lá é leviano com as nossas expectativas e gera muita frustração: planejar uma mudança de vida é como planejar uma viagem e, sem pensar com cuidado no caminho feito até o destino, as chances de dar errado são muito maiores.

“…The further you travel, the harder to unravel the web
she spins around you
Turn back while there’s time, don’t you see the
danger sign
Soft shoulders surround you…”

Fiz um plano mais realista de perda de peso para 2014 do que o que tinha para 2013, e as metas de exercício e desenvolvimento para a corrida são muito mais motivadoras do que as que tinha antes. Ter um único objetivo claro – no meu caso, correr – ajuda muito.

Eu imaginei estar no meu peso ideal quando 2014 chegasse, mas a verdade é que a meta “estar no peso ideal em 2014” requer um planejamento muito melhor do que o que fiz para ser alcançada. É preciso pensar em todas as variáveis e lidar com os  desvios no caminho de cabeça erguida.

“Smooth road, clear night
Oh lucky me that suddenly I saw the light
I’m turning back away from all that sorrow
Smooth road, clear day
No detour ahead…”

Se planejar uma mudança de estilo de vida é pensar também na viagem até o destino desejado, preciso dizer que valeu a pena andar devagar: a paisagem da janela é muito bonita.

PS: Post todo inspirado na música “Detour Ahead”, gravada em 1949 pela Billie Holiday (mas fez sucesso na voz de todo mundo, de Ella Fitzgerald à Diana Krall!). Ouça aqui http://www.youtube.com/watch?v=_YWSMYDBncU

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Quero uma medalha sim, obrigada!

Desde pequena nós, meninas, somos ensinadas a ter vergonha ou menosprezar nossas habilidades. Boa menina é aquela que não fica esfregando na cara do coleguinha as notas mais altas, que não fala para todo mundo o que consegue fazer de diferente, e que nunca, nunquinha, vai se gabar de ser melhor ou ter conseguido algo que os outros não conseguem: uma boa menina não sente orgulho nenhum do que faz, porque não faz mais que sua obrigação.

Semana passada eu consegui correr 6km em 35 minutos. Gente, vocês não entendem a sensação de completude que eu tive quando estava ali, em cima na esteira, a 12km por hora, correndo até as pernas quase caírem: ali, em cima daquela esteira, às 6:40 da manhã de um dia nublado, eu me tornei a minha própria heroína pessoal. Tornei-me alguém de quem eu tenho orgulho, e foi uma conquista muito suada, desejada e esperada.

Tirei uma foto do contador do aparelho, mandei para os amigos de corrida, postei no twitter e, alguns minutos depois, vi um comentário do tipo “Nossa, vocês não conseguem ir para a academia sem se acharem algum tipo de campeão? Quer uma medalha, champs?”. Não foi para mim, a pessoa nem me segue no twitter. Mas achei uma babaquice sem fim.

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(Beyoncé também achou)

Será que nós somos tão educados assim para menosprezar os nossos feitos? Será que essa necessidade de modéstia e humildade realmente traz algo bom para a nossa vida?

Sempre vejo cartazes motivacionais por aí, com fotos de antes e depois, com close up de músculos, com histórias emocionantes sobre como as pessoas são incríveis e como você devia se inspirar nelas.

Mas, o que te impede de ser, você mesmo, a sua própria motivação? Você devia olhar para você, para as coisas maravilhosas que aconteceram por seu esforço, pelo seu mérito, e usar a lembrança disso como inspiração. Você pode sim ser o seu próprio herói.

Mesmo que o seu feito pareça menor, que o esforço que você teve seja menor em relação ao das outras pessoas. Ele é o seu esforço. E eu acho, sim, que você devia ter muito orgulho disso.  Faz bem.

ps: Sobre este assunto, remeto à Beyoncé

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“Sabe, quando você começa a se ferrar o tempo todo, você tem que trocar pelo light”

Não sei vocês, mas às vezes eu preciso de um prato de risoto.

E eu estou falando de risoto feito com vinho branco e manteiga, quantidades cavalares de queijo gorgonzola ou camembért. Ás vezes eu preciso de calorias, um copo de cerveja, uma fritura. Às vezes a única coisa que vai me consolar são Ribs on the Barbie do Outback. Costelas comidas com a mão e descidas com uma caneca de cerveja, como uma boa menina, claro.

Semana passada estava fazendo piada com a Jules sobre umas receitas de absurdas, como Nutella de Whey e um Ferrero Rocher Light.

Sabe gente, desculpem-me, mas a expressão “Ferrero Rocher Light” já é meio ridícula né? Olhei a receita com a intenção de encontrar mais uma razão para fazer piada. Mas parece gostoso. Delicioso MESMO.  Aí eu pensei o quanto eu tenho preconceito com receitas “funcionais”.

Como uma pessoa que gosta de comida, eu quero mais é ingrediente delícia, carne marmorizada com gordura, cheiro de toucinho na panela, cebola caramelizada, maionese caseira… mas o que tudo isso significa é que eu quero comida gostosa. E, bom, esse bombom light parece MUITO gostoso!

Na cara, Mariana! Fica aí zoando as pessoas light e fica delirando numa receita “funcional”. Quando eu estou com mais boa vontade, eu troco meu Risoto com Emmenthal pela  Quinoa Risoto que tem uma quantidade muito menor de calorias,  é delícia e, bom, tem muito mais vitamina e fibras que um prato de risoto. Receita básica que eu fazia muito quando morava sozinha (e pesava 66 kg, saudades!).

A receita em si é mais uma não receita. Aquela coisa básica de lava a quinoa, cozinha com um talo de salsão ou alho porró e água fervente, quando estiver só com um pouquinho de água e já cozida, uma colher razoável de requeijão light e nhac! Pra dentro vendo Grey’s Anatomy e chorando no sofá. Tão pouca caloria que pode até um copo de vinho branco, vai.

Às vezes você precisa de um risoto com presunto de parma. Mas se a tristeza for um pouquinho menor, eu vou escolher o blanquet de peru light. (Ugh).

ps: Tem um episódio de Friends que resume muito essa questão de comida funcional. O Diálogo é meio assim:

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Chandler: Esse sorvete tem um gosto horrível.
Rachel:
 Bem, esse é o baixa calorias, sem laticínio, a porcaria feita de leite de soja.  Nós guardamos o sorvete bom para os casos terminais.
Monica: Sabe, quando você começa a se ferrar o tempo todo, você tem que trocar pelo light.

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CULPADA: Herbalife!

Sei muito bem que muita gente odeia Herbalife. Eu mesma tenho minhas restrições a eles quanto empresa, à estrutura organizacional, mas, olha, não tem como dizer que não funciona. E tem todo sentido de funcionar: emagrecer, per se, é criar déficit calórico. Com um almoço de pouco mais de 200kcal, fica mais fácil, não?

Eu fui a um espaço pela primeira vez em novembro de 2011: estava desesperada de gorda para ficar mais saudável, dei um google, vi que tinha um lugar que vendia perto de onde eu morava e lá fui eu. Passei a almoçar naquele Espaço todos os dias e ainda tomava o shake de manhã. Emagreci os meus primeiros quilos assim. Depois continuei a reeducação e voltei agora, em maio de 2013, a almoçar no EVS.

Para quem nunca foi, explico como funciona: eles têm uns Espaços para consumo do Shake, que chamam de Espaço Vida Saudável. Geralmente abrem para almoço, mas existem EVS que abrem para café da manhã, almoço e janta. Você chega, paga R$10,00 e tem direito àquilo que eles chamam de “Refeição Nutricional”zzzzZZZZ.

Dois copos gigantes de chá (na verdade um pó que eles dissolvem na água, fica quase um suquinho) e um copo de shake. Só isso. Sim, só isso. Parece pouco? É. Mas eles dizem que tem todos os nutrientes necessários para uma refeição, com baixa caloria. Eu acredito? Sim. Porque não fico com fome imediatamente depois da refeição (se bem que ninguém ficaria com 2lts de água no estômago).

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(Esse foi meu Shake Especial de aniversário. Expressão de alucinada é cortesia da casa)

O que eu mais gosto do Espaço é a convivência: dividir impressões com as pessoas, emagrecimento, ter alguém diferente para conversar e fazer novas amizades são pontos que e valorizo demais como participante do EVS. Quanto a negativo, eu assumo que tem dias que é difícil não querer mastigar. Quando está frio ou chovendo, é duro ter de tomar shake.

Agora, porquê funciona para mim?

Eu gosto demais de comida para conseguir me privar do que gosto o tempo todo. Sou gorda porque gosto de comer, não tem jeito. Tomar o Shake no almoço, por exemplo, retira de mim a culpa se eu decidir jantar um hambúrguer com batata frita, e faz com que eu consiga equilibrar melhor minhas emoções. 

Mas assumo: por mais que eu me esforce, ainda não é uma coisa que eu faço com prazer. Vira e mexe eu peço um shake de arroz, bife e batata frita! 😉

Você já tomou Herbalife? Faz algum tipo de substituição nutricional? Me conta!

 

#VaiMariana

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Bolim, Bolão!

Eu já contei as minhas razões para querer emagrecer. Também expliquei que não quero apenas emagrecer. Estou em uma jornada em busca do meu equilíbrio, do meu bem estar, da minha saúde  e das lingeries bonitas.

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Mas eu tropecei. Todo mundo passa por isso, e, por mais que de boas intenções a academia esteja cheia, o que importa é que eu continuo firme no propósito de ser mais feliz e mais leve (física e emocionalmente), por mais que emagrecer tenha ficado um pouco de lado esses últimos tempos.

É que eu comecei a namorar! Quem quer sair dos braços do amado para ir correr de manhã? Dica: EU NÃO.  Sair para jantar, jantarzinho em casa, brigadeiro com filme, quem resiste? Eu não consegui e não me arrependo NEM UM POUCO. Valeu à pena cada caloria. ❤

Acontece que o Viking (ele realmente parece um Viking <3) vai a academia todo dia. Ele não é fitness, não é musculoso nem nada assim, mas o danado consegue me carregar no colo.  ME CARREGA NO COLO.  Eu sou gordinha, gente, e o danado me coloca nas costas, me carrega no braço!

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Além disso, acontece que EU TENHO CINCO CASAMENTOS nos próximos 4 meses. Casamento de gente querida,  gente amada, aquelas pessoas que você quer ficar bem vestida na foto. O plano para conseguir isso é o mesmo das outras vezes: segurar o impulso de comer tudo que vê pela frente, 1 hora de aeróbico todos os dias e almoço no Espaço Vida Saudável. Quero perder 8kg até o fim de setembro. Uma meta ambiciosa, mas que ia me deixar felizona e segura para dançar até o chão.

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Tenho dessa vez um incentivo ainda maior. Um incentivo enorme. DINHEIRO. DINHEIRO SENHORES. Vi na internet (aqui ó http://youpix.com.br/news/e-de-emagrecimento-usa-apostas-para-motivar-seus-usuarios/) um site de apostas para emagrecer. Funciona assim: todo mundo dá um valor, quem perder pelo menos 4% do peso leva. Ao vencedor, as batatas o dinheiro.

ORA, por quê não? Combinei com um amigo, o Vinicius, R$5 por semana. Daqui a um mês, nos pesaremos juntos de novo e aí, pronto. Como estamos em dois, quem perder mais leva.  A grana é pouca, mas se funcionar, vou chamar mais gente da próxima vez!

Agora vai, Mariana!!!!

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… I had the time of my lifeeeee”

Eu volto, e com boas notícias:

Eu consegui ir à academia quatro vezes na semana passada, e em todas tinha um objetivo certo: correr o máximo que eu pudesse no (pouco) tempo que eu tinha. O melhor desse empenho? Eu consegui fazer meus primeiros 5k sem morrer, abaixo de 40′! Pode parecer pouco, mas, olha, para essa Mariana quer dizer DEMAIS! Eu, inclusive, fiquei enchendo o saco das pessoas mandando foto da esteira e postando essa notícia no Instagram porque, né, POR QUE NÃO!?. (Aliás, me sigam lá! @outrarosa)

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(Eu assumo que cantei essa música para mim mesma ao sair da esteira)

Eu faço um esquema mais light de corrida, porque né, ainda estou fortalecendo!

  1. Aqueço caminhando por 3 minutos, velocidade 6,0;
  2. Troto por 2 minutos em velocidade 7,5;
  3.  Corro por 4 minutos em velocidade 9,5;
  4. Troto por 2 minutos em velocidade 7,5;
  5. Corro por 4 minutos em velocidade 9,5.

E etc, etc, etc, vocês entenderam. Faço isso por 40 minutos, que é o tempo que tenho para ficar na academia. Se me sinto muito cansada, se não estou aguentando, desço sem neuras para mais 3 minutos caminhando a 6, que é melhor que ter uma lesão por esforço.  Tenho feito uma média de 5 – 6 km, mas a intenção é chegar a 10 km em 40 minutos até o final do ano. Aguardem!

Li uma reportagem  que diz que o ideal para gerar um gasto calórico efetivo com corrida é alternar intensidade, então, bem, é o que eu faço. A parte boa é que com isso eu adéquo o ritmo da música ao da passada e consigo ouvir boa parte das minhas músicas favoritas mais animadas. Tenho ouvido demais essa aqui para correr (e meio que lipsync a música enquanto corro, o que é meio patético):

http://www.youtube.com/watch?v=17ozSeGw-fY

“..So I put my faith in something unknown, I’m living on such sweet nothing…but I’m trying to hope with nothing to hold.. oooohhh”

Eu passei um dos dias da semana meio tristinha (malditos sejam os homens e seus corações de pedra) então eu comi foi um pacotinho de salgadinho e outro de suspiros (E mais uma vez te pergunto… PORQUE NÃO NÉAM?). Mas tirando isso eu mantive a dieta bem encaminhada e sem exageros noturnos, que é o meu pior hábito. Resultado? Final da semana, -1,5kg!!

E a festa do sábado? Nunca me senti melhor. Valeu a pena!

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Update: O Éverton (aka Gourmet Saudável , “corredor” ou “A Pessoa que fica me mandando fotos da Esteira”) estourou meu balão hoje à tarde: se eu quiser fazer 10k em 40′, eu vou precisar correr na velocidade 14/15, coisa que é mais… digamos, difícil. Isso é verdade, principalmente se levarmos em contra que a maior velocidade que eu já cheguei, por enquanto, é a velocidade 11… =/

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Tudo novo, DE NOVO

Bom dia, gente!

Todo mundo animado? Que dia lindo! SÓQUENÃO. Acabou o feriado, se você mora em São Paulo está lidando com um clima MISERÁVEL nublado e úmido e frio e chato, e, principalmente, é segunda feira.

Eu estou com um pouquinho mais de mal humor por duas razões: esse mês eu faço 25 anos, e tinha me prometido algumas coisas que ainda não alcancei, tipo um namorado  emagrecer pelo menos 5kg no primeiro semestre, estou estudando para uma prova importante AND tem reencontro da minha turma da faculdade no sábado.

Um ano e alguns meses da festa de formatura, e, bom, são 5 dias para perder 10kg, vocês sabem como é. Sempre que algum evento importante aponta o meu primeiro impulso é: ROUPA NOVA-DIETA LÍQUIDA-PASSAR-FOME-MEU-DEUS- DO-CÉU-O-CAOS. Porque nesse tipo de evento tudo que você quer é chegar e simplesmente arrasar.

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(Arrasando assim!)

Assumo, porém, que sempre desisto um dia depois de começar porque não vou perder 10kg, é preciso se render à realidade. Melhor comprar uma roupa nova, fazer a unha, maquiar o rosto e fingir que está tudo bem.

Dessa vez, como tem o Vai, Mariana! eu vou apimentar as coisas um pouquinho mais. Vou fazer uma semana observando a dieta de verdade. Anotando o que eu como todos os dias e indo à academia sem faltar nenhum diazinho, fazendo 3 vezes musculação e cardio todos os dias. Uma semana para ver se realmente ser chata restrita faz diferença na hora de escolher uma roupa nova para a grande cervejada de reencontro no sábado.

Já comecei com o meu suco dos Deuses (couve e maracujá) e lanchei uma porção de proteína e uma maçã. Vamos ver como me saio durante o dia.

ps: Aliás, como o dia está cinzento e triste, fiquem com uma música para animar.

http://www.youtube.com/watch?v=mrFQvGtRzYA

#VaiMariana!

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Experimentando: Crossfit

Oi pessoal!

Eu vou estrear uma TAG nova aqui no Vai, Mariana!: a Experimentando. A ideia é testar novas alternativas de exercício, alimentação e esportes e contar para vocês a nossa opinião.

Ontem eu experimentei um esporte (esporte? Acho que sim, diz a wikipédia que sim!) novo, que está ganhando espaço, adeptos e muitos hits em vídeos no Youtube: o Crossfit. Agora, o que é CrossFit, você me pergunta? É isso aqui:

What is CrossFit?

Legal né? Mas você diria: nossa, não sou capaz de fazer isso. MENTIIIIRA. Eu fiz. Sim, olhem só vocês, eu fiz! Não tudo, fui a apenas um treino, mas fiz muita coisa que eu não imaginava conseguir. Ontem o treino foi assim:

1. Aquecimento

Nós chegamos atrasadas (2 minutos e minha culpa! Desculpas, Talita!), então tivemos que pagar 6 Burps.  Burps não é o que você está pensando. É isso aqui:

Isso aqui é um burp.

Isso aqui é um burp.

Parece fácil, mas, olha, não, não é, e depois do 3º Burp foi bem aí que a minha coxa começou a doer. A mesma sensação que eu tinha depois de 4 sessões de agachamento levantando 15kg de cada lado na academia tradicional? Eu precisei de três Burps. Mas está todo mundo te esperando para começar o treino, então você não pensa muito na dor, você faz.

Depois do castigo, nós fizemos algumas torções de braço para aquecer os ombros, pular corda (difícil, muito difícil!) e alguns movimentos com uma Ketlle Bell (o pessoal estava fazendo arremesso de peso, mas eu sou café com leite 😉 )

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Fizemos ainda um agachamento escorado na parede e aí… repete 4 vezes. Ahá! Você achou que o aquecimento tinha terminado? Mas há repetições, queridinhos.

2.  Técnica

O treinador (Marcelo, do CrossFit Proteus, onde eu fiz a aula) passou o treino para a técnica: ele mostrou como fazer um levantamento de barra com o braço estendido, com agachamento. Difícil, mas, olha, UMA DELÍCIA DE FAZER. Eu já expliquei para vocês que fazer exercício me dá muito prazer (hmmmmmm) então fazer aqueles agachamentos foi muito divertido.

Aprendi direitinho, me senti demais quando ele berrou “Iiiiiiiiiiisso, Mariana! Ótimo!” e essa parte do treino foi muito tranquila. Fiquei pensando: Nossa, se isso é CrossFit, eu estou ótima.

Nada –  EU DISSE NADA – me prepararia para o final do treino.

3. WOD – Work out of the day

E aí, quando eu já estava me achando A CROSSFITEIRA, o WOD foi apresentado: 7 minutos de agachamentos. Segurando a barra com o braço esticado acima da cabeça, do jeitinho que foi mostrado na Técnica. Esse exercício, feito corretamente, fortalece os músculos das costas, ombros, pernas, glúteos e abdômen.

Para mim, só queimou. Por mim eu tinha feito os agachamentos berrando “BUUUUUURN, IT BUUUUUUUUUURNS” mas achei que ia pegar meio mal, eu poderia envergonhar a minha amiga. E aí, quando você acha que não aguenta mais fazer agachamentos, você faz swings com a Ketllebell, de castigo.

UMA DELÍCIA (sério, sem ironia aqui).

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(Esse tipo de levantamento de peso… mas com agachamentos DO MAL junto)

Bom, e aí, qual foi a minha opinião?

Vale à pena sim. Eu fiz apenas uma aula, mas já senti minhas pernas e os músculos das minhas costas queimando (e hoje de manhã continuam assim 😉 ). Como as aulas envolvem peso e cardio, e são de apenas uma hora, é uma ótima opção para quem tem pouco tempo. Se você for três vezes por semana, uma hora por dia, o treinador disse que já consegue ver bastante resultado. Eu não duvido. Minhas coxas também não. A Talita, minha amiga que está fazendo há dois meses, muito menos (vocês precisam ver as pernas dela =P)

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(Como me sinto quando olho as pernas da Talita)

Em contras, fica que é um exercício que requer um investimento maior. Apesar de você não precisar comprar nenhum tipo de equipamento,  a mensalidade é mais cara que de uma academia comum, porque as aulas são individualizadas e requerem observação constante do professor. Dá para entender, mas, por enquanto, ainda não cabe no meu orçamento.

Mas definitivamente vou fazer uma experiência assim que for pos$ível, e vou incluir dois minutos de Burps na minha rotina assim que eu acordar. Já me disseram que faz maravilhas pelo seu corpo e seu metabolismo!

E aí, vocês já tentaram o Crossfit?

#VaiMariana

 

 

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